Desejo

Deixe-me só
Apenas por um momento
Quero arrumar tudo
Entender esse sentimento

Essa raiva contida
Isso que me deixa
magoada e ressentida

As pessoas me odeiam
Mas não sou apenas vítima
Também sou suspeito
Vivo desse jeito

Não sou popular
Nem tenho vontade de ser
mas quero amar
Quero aprender a viver

Quantas coisas já perdi
Através da minha insignificância?
Não acho em mim algum valor
E isso me cansa

Tenho sonhos,
Mas sempre deixo pra lá
Até hoje não encontrei
Alguém que queira me valorizar.

Assim somos humanos...

Há uns tempos atrás escrevi um monte de coisas sobre meus colegas. Foi um exemplo de como os seres humanos são babacas e julgam antes de conhecer. Dia 02 de julho eu saí daquela escola devido ao ensino muito fraco, mas tenho certeza que não encontrarei amigos como aquelea colegas. A Júlia chegou a chorar, eu consegui me segurar, mas no primeiro dia na nova escola as lágrimas rolaram e o choro foi grande!
Sinto muita saudade deles. Júlia, Shaiane, Kéli, Thainá, Amanda, Camila, André, Tatiane e os outros... Todos foram maravilhosos comigo. Me lembro de quando a Shay jogou a mochila no André porque ele tinha rido de mim...*momento nostalgia*
A Júlia, sempre me tratando como um bebê, eu amooo isso*olhinhos brilhando*. A Shay e a Kéli também... A surpresa que tive quando soube que a Shay é só 7 dias mais velha do que eu(sempre fui a mais nova).
Na escola onde estou estudando atualmente, já fiz amizade com agumas meninas, mas é um saco!
Enfim, faz parte do mundo a mudança...

Ja Ne!

Noturno

Hic-hac, hic-hac
(ou seria tic-tac, tic-tac?)

Soluçam os fantasmas
Embriagados pelas horas mortas
Arrastando suas fantasias pálidos
- pálidos halos –

Hic-hac, hic-hac
(ou seria tic-tac, tic-tac?)

Soluçam embriagados
Arrastando o hálito noturno
Para as janelas da madrugada
E suicidando-se no branco do dia

Tal qual nossas promessas e decisões noturnas


Luisa Silvana Lunardi

Amor

Grande como o Everest, vulcânico como o Vesúvio, suave como o pôr-do-sol, delicado como o orvalho, sublime como a divindade: O AMOR.
Quatro letras pequeninas, mas do tamanho do mundo.
Amor, a religião numa palavra.
Amor, a razão de ser da vida.
Amor, essência da criatura humana.
Amor, sinônimo de felicidade.
Se não tiver amor em teu coração, procura-o onde quer que ele esteja, sob pena de descer à categoria de reino mineral.Procura-o no céu, nas flores, no poente, no luar, na prece, em outro coração, na fonte cristalina, na criança, na mãe, na juventude. Procura-o sem cessar. Um dia, talvez, descobrirás que o habitat do amor é o coração.
Ardente, ou tranqüilo, ou adormecido, ou expansivo, ou sensível, ou delicado, ou enfermo, ou explosivo, ou morto, ou sob qualquer outra forma, ele está ali, no coração de cada um.
Vê, o mundo é aquilo que for o amor no teu coração, o mundo é belo. Se o teu coração estiver vazio, o mundo é, para ti, um deserto. Se o amor ilumina o teu coração, o mundo é belo, fascinante e feliz.
E tu também.


Desconheço o autor.






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